Clã Celeste

    O Clã Celeste é formado por bruxas Wiccanas, ecléticas, que buscam sempre estar em harmonia com as forças da natureza. Acreditam na Lei Tríplice (segundo essa linha de pensamento, tudo o que você fizer de bom ou ruim a alguém, um dia, essa mesma energia retorna a vocês, três vezes mais forte), e por isso, jamais machucam qualquer ser vivo.
    Nesse Clã, em particular, não é obrigatória a adoração e culto aos deuses, de forma, que seus membros podem cultuar apenas as forças da natureza (ou os Elementais). Diferente de Damballa, as bruxas celestes (ou celestiais) tem muito respeito e consideração pelos Elementais e não os veem como “bichinhos de estimação”, mas como amigos leais e fiéis. Há Elementais cuja energia é baixa e vil, evitamos esses seres sombrios, nos limitando a contatar apenas os que vibram em uma energia harmoniosa, visando sempre o equilíbrio.


Os 6 mandamentos ou princípios do Celeste:




1- Tudo que fizer de bem ou mal sempre retornará a você, um dia, por isso, sempre pese suas ações e JAMAIS faça mal a alguém. Se sentir que as sombras o consomem e ameaçam apagar sua luz interior, se dirija a sua sacerdotisa ou mesmo a um (a) deus (a) e entregue sua magia para que seja guardada até você recuperar seu equilíbrio e não sentir mais desejo de fazer mal a alguém.

2- Sangue nunca deve ser derramado; a lâmina, cujo sangue derramar, deve ser jogada fora, preferencialmente, enterrada ou lançada em água corrente para que jamais volte a derramar sangue. Não realizamos rituais de sangue ou sacrifício. Em nossos rituais, o sangue sempre é representado pelo vinho ou suco de cor vermelha. Também, não alimentamos nossos animais Familiares com o sangue. Há outros rituais para nos ligarmos a eles.


3- Tenha respeito por todos os seres vivos; bem sabemos que na magia, uma planta não é só uma planta, assim como uma pedra não é só uma pedra, tudo é mágico e cada planta e mesmo, cada pedra, é habitada por um elemental em particular, como gnomos e ninfas. Por isso, não saia por aí, arrancando as folhas de uma árvore, tirando pedras do lugar ou poluindo as águas, também não preciso dizer que urinar em plantas é só para cachorros, não é?
    Consuma menos carne, possível. O ideal seria que se tornasse vegetariano, mas nem todos conseguem e não os culpo. Dependendo de seu Totem guardião, você sofreria se parasse de comer carne. Mas tente diminuir o seu consumo. Assim, com o tempo, você vai se habituando a deixar a carne de lado.
    Trate bem não apenas os seus animais, mas todos os animais. Cobras, sapos e lagartixas são animais sagrados na magia. Nem pensar em matá-los. Alguns, podem ser perigosos, é verdade, mas não os mate, mesmo assim. Tente se livrar deles de outra forma, sem precisar derramar sangue. Pode contatar um bakeneko para fazer o trabalho sujo por você.


4- Não brinque com fogo; em outras palavras, não contate forças que depois não possa controlar. Pense na magia como uma escada, e você deve avançar degrau por degrau, sem pressa. Lembre-se uma pessoa ansiosa, não é nada menos que um tolo ambicioso, que no fim, não saberá como administrar tanto poder e isso se voltará a ele, cedo ou tarde.


5- Fale menos e ouça mais; não saía por aí, dizendo a todos que é uma bruxa, essa é uma atitude imatura que não se espera de bruxas de verdade.
    Seu Grimório e seu Livro Das Sombras devem ser mantidos longe de olhares curiosos. A magia é como uma faca e pode ferir pessoas inaptas, por isso mesmo, muitos de nossos rituais e feitiços Maiores são ensinados de forma oral — e jamais são anotados – a bruxos já iniciados e que tenham provado sua lealdade a nosso Clã.


6- Uma bruxa JAMAIS, sob qualquer pretexto deve ferir ou matar outra bruxa, independente do Clã a que pertença, salvo apenas se for em legítima defesa. Esta é a primeira lei do Tratado De Paz Das Bruxas E Outras Criaturas Sobrenaturais.



Criaturas & Divindades que adoramos



    Adoramos sempre deuses benevolentes e cujo passado não esteja manchado de sangue e lascívia; entre os principais deuses e deusas que adoramos em nosso Clã, estão estes:

*Hórus (deus egípcio do Céu, da Chuva e do Sol).
*Dana (deusa irlandesa das estrelas, da bem aventurança, da guerra e também da compreensão).
*Thor (deus nórdico da força e do trovão).
*Loki (deus nórdico da travessura e do caos necessário a evolução).
*Badb, Morrigan e Macha (deusas celtas da fúria, da força e da ação).
*Hécate (deusa grega, patrona das feiticeiras, rainha das encruzilhadas e dos caminhos, e guardiã das portas do Hades).
*Hipnos & Morpheus (deuses gregos do sono e do sonho).
*Bastet (deusa egípcia dos gatos, do lar e do amor).
*Ártemis (deusa grega da caça).
*Atenas (deusa da sabedoria).
*Vênus ou Afrodite (deusa do amor e da beleza).

A respeito das criaturas sobrenaturais, preferimos trabalhar com as seguintes:


*Fadas, Sílfides e Silfos (Ar)
*Ninfas (Ar, Água e Terra)
*Gnomos (Terra)
*Bakenekos (Fogo e Água)
* Dragões (Fogo, Água, Terra e Ar; Magia Draconiana)
*Ondinas, nereidas e sereias (Água)
*Kitsunes
*Anjos
*Fantasmas ou espíritos desencarnados (necromancia)

Não trabalhamos com os seguintes seres:


*Duendes (algumas classes são aceitáveis, mas a maioria não)
*Elfos (estas criaturas ainda não foram totalmente domesticadas, por isso, só se é recomendado a um bruxo experiente contatá-los).
*Demônios
*Vampiros


O que praticamos


1- O equilíbrio consigo mesmo e com as forças da natureza;
2- O domínio dos 4 Elementos;
3- A arte da divinação;
4- Necromancia;

Clã Damballa


    O Clã Damballa é formado por feiticeiras negras ou sombrias. São bruxas egoístas, que sempre põe sua vontade antes da alheia e não medem esforços para conseguir tudo o que querem, mesmo que, para isso, algumas vezes, precisem passar por cima dos outros. Esse é o jeito Damballa de ser. “Ame a si mesmo em primeiro lugar”, é o primeiro mandamento deste Clã.

Os 6 princípios ou mandamentos de Damballa:


1- Ame a si mesmo em primeiro lugar; nunca ame outra pessoa mais que a si mesmo, pois seria sacrifício.

2- Busque apenas o que te faz feliz; se tiver de abandonar sua família e amigos para seguir o seu sonho, não hesite nem por um segundo, pois, em seu lugar, eles não pensariam duas vezes.  Eles nunca pensam. Não pense também. Não se sacrifique por nada nem ninguém, a não ser pelo seu Clã.

3- Em boca fechada não entra mosca; jamais saia por aí revelando os segredos do Clã. Ninguém é digno de confiança, a menos que faça parte do Clã. Não importa se é sua mãe ou sua melhor amiga. A partir do instante que você se torna uma de nós, sua mãe é a sacerdotisa e sua melhor amiga é sua colega bruxa. Viole esse mandamento e será severamente punida!

4- Jamais peça perdão; isso é para os fracos e você não é fraca (o). Por isso, não precisa se desculpar o tempo todo por coisas que fez ou deixou de fazer. Todos tem livre arbítrio e podem fazer o que sentirem vontade de fazer. Ninguém é obrigado a satisfazer ninguém. Faça apenas o que te faz feliz, jamais o contrário.

5- Busque sempre mais; a ambição é o que nos faz evoluir, por isso, jamais se conforme com uma casa com cerca branca, dois filhos e um cachorro, queira sempre mais e mais! Não busque apenas enriquecer seu cofre, mas seu cérebro também. Você deve ser um ser completo e bem sucedido. Lembre-se disso! Jamais se dê por vencido. Isso é para pessoas fracas que não tem mais o que esperar da vida, a não ser a morte.

6- Não discuta com um tolo; é inútil tentar mudar a cabeça de um fraco, da mesma forma que é inútil tentar mudar a cabeça de um forte. Não podemos regredir da mesma forma que eles não podem evoluir. É a ordem natural das coisas. Devemos aceitar que assim é a vida, e que não haveria pessoas fortes (nós) sem os fracos (eles). Por isso, não perca seu tempo discutindo qual a melhor religião. Apenas dê um sorriso falso e diga algo como: “sabe que você tem razão, vou pensar a respeito”, e quando eles lhe virarem as costas, ria da ignorância deles.

Vida após a morte:



    Acreditamos em vida após a morte, em reencarnação. Para nós não existe castigo ou recompensa eterna. Uma alma não fica muito tempo no Umbral ou nos Campos Elísios. O tempo que ela passa lá é mais como uma meditação, uma forma de ela se auto avaliar e melhorar algo em seu ser. Nada mais. Passado esse tempo, ela retorna a Terra como um ser melhor ou pior, depende do que ela aprendeu ou se recusou a aprender.

Forças ocultas



    Ao contrário do Clã Celeste, não temos medo de contatar mortos ou nos valer de artes de adivinhação, ou mesmo na manipulação de Tulpas e Demônios. Todas essas coisas existem com o único propósito de nos servir e ponto. Não existe força que não pode ser controlada. Existem bruxos inaptos, apenas.
    Quanto aos deuses e deusas que adoramos, Damballa, a deusa serpente do vodu não é a única divindade que cultuamos, apesar de nossa amada Mãe e criadora de nosso Clã ter tido verdadeira devoção por essa deusa, adoramos também, Mania (deusa etrusca do inferno), Metzli (deusa asteca da noite), Mictian (deus asteca da morte), Naamah (demônio feminino grego da sedução), Sekhmet (deusa egípcia da vingança) e  Astaroth (deusa fenícia da lascívia, equivalente da Ishtar babilônica).
    Ao contrário do Clã Celeste, não adotamos os seres elementais como bichinhos de estimação. Para nós, eles não passam de simples espíritos pouco significantes. Damos algo em troca de um desejo e só. Sem elos emocionais. Simples assim.





 Um clã constitui-se num grupo de pessoas unidas por parentesco e linhagem e que é definido pela descendência de um ancestral comum. Mesmo se os reais padrões de consanguinidade forem desconhecidos, não obstante, os membros do clã reconhecem um membro fundador ou ancestral maior. Como o parentesco baseado em laços pode ser de natureza meramente simbólica, alguns clãs compartilham um ancestral comum "estipulado", o qual é um símbolo da unidade do clã. Quando este ancestral não é humano, é referenciado como um totem animal. Em geral, o parentesco difere da relação biológica, visto que esta também envolve adoção, casamento e supostos laços genealógicos. Os clãs podem ser descritos mais facilmente como subgrupos de tribos e geralmente constituem grupos de 7000 a 10000 pessoas.
Clã vem da palavra gaélica clann, que significa "crianças", ou mais especificamente, "crianças de uma família". Clannad é uma forma estendida da palavra clann, e que pode ser traduzida por "família".

Haunted

 
  Lucy despertou e sentiu alguém passando a mão em sua cabeça. Ela virou o rosto devagar e quando viu um garoto ruivo, de olhos azul acinzentados, a encarando, se levantou e engatinhou para longe dele, gritando. Assustada.
— Então, agora, você me vê? — Disse ele sorrindo com malícia.
— Ah, meu deus! Não! Não! Isso não tá acontecendo! De novo, não! — Disse Lucy fechando os olhos com força.
    Quando os abriu de novo, Castiel estava mais perto. Lucy gritou e fechou os olhos mais uma vez, repetindo seu mantra para espantar o medo:
— Os duendes são os ratos e os ratos são os duendes.
Abriu os olhos mais uma vez e Castiel estava cara a cara com ela.
— Buu! — Ele disse, divertindo-se com o desespero dela.
Lucy abraçou os joelhos e escondeu o rosto. Gritando e chorando. Ela estava a beira de um ataque.
— Aí, foi mal? Eu não vou te machucar. Juro. — Ele disse tocando na cabeça dele.
Lucy recuou, tremendo e o encarou.
— Eu salvei você, agora a pouco. Não se lembra? — Ele disse.
Lucy não respondeu. Ainda estava com medo.
Castiel piscou como se fosse um holograma. Ele estava fraco e não conseguiria se manter visível por muito mais tempo.
— Eu não sou mal. — Ele disse a Lucy. — Não é de mim quem deve ter medo, mas da coisa de olhos azuis brilhantes. Ela quer pegar você, como me pegou. Tenha cuidado! — Ele piscou mais uma vez, antes de sumir.
— Lucy? — Ela ouviu um sussurro próximo ao seu ouvido e virou-se, depressa. Não viu nada. Mas a voz que ouviu… Foi como a sua própria voz. Ela sabia o que era. Não a coisa de olhos azuis brilhantes, mas a garota com a voz parecida com a dela.
    Lucy se encolheu, chorando mais uma vez. Castiel ficou com pena dela. Se ele ao menos pudesse falar com ela de novo, se desculparia por ter assustado ela.
— Eu sou um idiota. Desculpe? Não devia ter feito isso. Ferrei tudo, agora. — Ele disse, chateado.
    Uma garota se aproximou de Lucy e se agachou ao lado dela. Castiel a viu e se espantou ao perceber que a garota era idêntica a Lucy, como uma gêmea sombria.
— Me deixe entrar, Lucy? Você sente falta de mim, eu sei. Não é a mesma coisa sem mim. — Ela sussurrou no ouvido de Lucy.
— Me deixa em paz! — Disse Lucy tapando os ouvidos.
— Quem é você? — Castiel perguntou.
A garota encarou Castiel e sorriu.
— Deixe ela em paz! — Falou Castiel.
— Ela é minha!
— Não é não! — Castiel veio correndo na direção da garota e quando ia empurrá-la, ela sumiu. Castiel suspirou, aliviado. — Ela já foi, Lucy.
— Quem disse isso? — Lucy perguntou, confusa.
— Consegue me ouvir? — Castiel perguntou se agachando.
— Consigo. — Ela respondeu. — Como um eco distante. Quem é você?
— Castiel.
— Castiel? O que você quer?
— Me desculpe? Não quis te assustar.
Lucy ouvia as palavras como numa ligação falhando:
— Desculpe… Te assustar.
Lucy suspirou.
— Por favor? Não me faça mal. Eu saio do seu quarto, se quiser.
— Não precisa. Pode ficar. Só quero que tome cuidado. Não vai querer terminar como eu.
E o que Lucy entendeu foi:
— Não… Ficar… Cuidado… Como eu.
— O quê? O que está tentando me dizer? Não consigo entender.
— Mas que droga. Você não tem uma tábua Ouija?
— Ouija? Quer que eu use um tabuleiro Ouija? Não mesmo.
— É a única forma de nos comunicarmos, a menos, é claro, que você acenda uma vela para mim.
— Uma vela e um Ouija? Tá bem. — Só que não. Lucy não brincaria com uma tábua Ouija por nada nesse mundo. Necromancia era uma bomba relógio. Se você desse corda, boom. Explodia. Mas para sair intacta daquele sótão, ela diria qualquer coisa que o espírito quisesse ouvir.
— Eu só quero ajudar. Acredite?
— Posso ir, agora?
Castiel se teleportou para fora do sótão e, ao ter certeza de que era seguro sair dali, voltou e disse:
— Vai.
Lucy abriu o alçapão e saiu do sótão, quase correndo. Na próxima vez que fosse convidada a jantar fora, ela aceitaria sem pensar duas vezes. Ficar sozinha em casa era… Assombroso.
 
 

Amor Eterno

Sinopse:
Ele não viu quem o matou e nunca soube o motivo,
Ele pensou que fosse o fim…
Mas a morte… É apenas o começo.
Agora, ele está preso entre os mundos dos vivos e dos mortos, até que descubra quem é seu assassino. Sua única chance é através de uma bruxa necromante que morre de medo de fantasmas.


    Você já se perguntou o que acontece depois que a gente morre? Eu vivo me perguntando, e esse foi um dos motivos que me levaram a escrever essa fanfic. Sempre morri de medo de fantasmas, e não é a toa… Cresci assistindo aqueles filmes de terror japoneses, onde toda pessoa que morria, sem exceção, se tornava algo ruim e voltava para assombrar os vivos. Hoje, sei que isso não é verdade, que os mortos não são maus. Ao contrário, eles são bons e sábios, sempre tem algo a nos ensinar. Nós é que somos bobos e morremos de medo deles, o que é hilário, porque, um dia, todos nós nos juntaremos a eles. Não é?
    Ano passado, eu passei por uma fase difícil e até pensei em suicídio. Os motivos não vem ao caso, mas tive um sonho, o qual nunca me esquecerei:
    Nesse sonho, eu estive em um lugar sombrio e primitivo, onde vi o que eu poderia chamar de zumbis, comendo carne crua, que um homem, usando uma capa de capuz, preta, tirava de um balde de metal e dava a eles. Um rapaz se aproximou de mim e me disse que ele já havia estado naquele lugar porque havia se matado. E, disse também que se eu matasse, era ali onde eu ficaria. Nesse instante, o homem com a capa negra, cujo rosto não consegui ver, se voltou a mim e amorosamente me disse:
— Eu esperarei por você, caso decida vir para cá.
    O rapaz pegou a minha mão e me levou para um grande campo gramado e nos sentamos. Ele me disse que havia se matado e se arrependia muito por aquilo, e que um amigo dele ainda estava preso naquele lugar horrível, onde estivemos a pouco. Ele pegou minhas mãos e, com lágrimas nos olhos, me pediu para não tirar a minha vida, que eu ainda era jovem e podia fazer muitas coisas. Ele implorou para eu continuar viva.
    Esse sonho me emociona até hoje, quando me lembro dele. Não sei se foi mesmo um fantasma ou apenas meu subconsciente tentando me obrigar a permanecer viva, mas eu sei que, depois disso, passei a dar mais valor a vida, e a pensar nos mortos de outra forma. E foi esse rapaz que veio no meu sonho, que me inspirou a transformar o Castiel de AD em um fantasma. A ideia inicial era ele ser um suicida, mas achei que ficaria muito forte para a minha história. Da mesma forma que eu fui salva, Lucy também será – pelo menos, espiritualmente -. A vida é uma coisa tão bonita e tão maravilhosa, que quando penso a respeito, deixo de lado a menina mimada que sou e me dou conta de que sou sortuda apenas por respirar e poder enxergar a beleza que é viver.

    Quanto as bruxinhas da minha história, eu amo bruxas! Sempre amei e sempre amarei, até, porque, sou uma! Não voo numa vassoura nem atravesso paredes, mas me esforço para viver em harmonia com a natureza e com os Elementais. A magia tem duas faces, há quem diga que tudo é uma coisa só, mas para mim, não é. Eu gosto de separar o joio do trigo. Acho que ou você é boa ou má. Não dá para ser as duas coisas. Você pode ser 40% boa e 60% má, mas nunca 50% boa e 50% má. Entende? No fim, temos de fazer escolhas, e escolhas nos fazem pender ou para um lado ou para o outro, sempre assim.
    Aviso desde já que nem todos os rituais que eu postar serão verdadeiros. Embora, contenha uma certa verdade nessa história, não leve tudo ao pé da letra. Sou uma pessoa bastante metafórica. Às vezes, PARECE mas NÃO é. Ok? Dúvidas? É só me perguntarem porque não mordo.

    Quanto aos vampiros…
Eu acredito neles, mas não da forma como muitos os veem. Eu sou apaixonada pelo clássico e tradicional vampiro. Para quem não sabe, Drácula (Bram Stocker), Carmilla (J. Sheridan   LeFanu) e Lestat e Louis (Anne Ricce). Esses são os sugadores de sangue, sedutores, melancólicos e terríveis que eu amo, e não esses vampiros que são motivos de risos por aí. E o vampiro no qual acredito que realmente exista é o demoníaco íncubo/súcubo, mais assustador que os animes mostram.
    Desde criança sempre me identifiquei com a figura do vampiro, porque ele, apesar de sombrio e poderoso, só quer sentir o amor outra vez, porque o amor é vida. Por mais vidas que um vampiro tire, ele continua sendo incompleto até encontrar sua metade, sua luz, seu amor. Isso é bonito!


    E os humanos?
Somos bons ou somos maus? Difícil responder. Somos complexos demais. Às vezes, podemos nos sacrificar por algo ou alguém e é essa é a maior prova de amor ao nosso semelhante. Outras vezes, podemos ser terrivelmente cruéis e fazer coisas desprezíveis. Eu venho observando as pessoas a tanto tempo, tentando entendê-las, que nem me sinto mais humana, às vezes. É estranho a sensação de não se encaixar aqui ou ali. Tento explorar isso em Amor Eterno.

    Então, acho que você já tem uma ideia do que esperar dessa fic, não é? Não será algo insano e doentio como Elo (em Elo eu quis mostrar a mente de uma pessoa doente e acho que consegui), mas algo mais profundo. Recomendado para quem não tem medo de derramar algumas lágrimas e nem de se permitir SENTIR. Eu quero tocar o coraçãozinho de quem ler essa história, então, se entreguem sem medo. Deem uma chance a história. Prometo que não se arrependerão. ;)


https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-amor-doce-amor-eterno-5109255

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